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Cultura

DANÇA EM TRÂNSITO | 20ª EDIÇÃO

Foto: Fernanda Valois

Dança em Trânsito apresenta ao público de Belo Horizonte, no Palácio das Artes, dois espetáculos: Paz e Amor da Cia Marcia Milhazes Dança Contemporânea e Casa de Abelha do Grupo Tápias, ambos do Rio de Janeiro. PAZ e AMOR foi montado durante a pandemia via online, onde as sociedades contemporâneas se esconderam do invisível, confrontando um confinamento doloroso.

Com direção artística e curadoria de Giselle Tápias e Flávia Tápias, Dança em Trânsito é um festival plural e itinerante que contempla o fazer artístico para além dos limites de espaços comumente reservados à dança, com apresentação de espetáculos de companhias nacionais e internacionais de destaque no cenário atual.

Márcia Milhazes Dança contemporânea Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Coreografia – Paz e amor
35min. Classificação: livre

PAZ e AMOR foi montado durante a pandemia via on-line, onde as sociedades contemporâneas se esconderam do invisível, confrontando um confinamento doloroso. Desejamos falar sobre O AMOR, um outro invisível, imprescindível ao ser, que flutua no mundo veloz, agressivo, incerto. Cartas de amor em forma de gestos, numa narrativa que constrói arcos poéticos de dois solos que sussurram vestígios de sonhos, fantasias, na busca pelo reencontro. As memórias orais Tupi Guarani, Yanomamis, o plural universo de ritmos brasileiros, percussão, cordas, voz, música poema de Villa-Lobos, transportam um grito de amor e resgate da esperança na nossa terra, raízes, desfrontalizando estéticas, construindo a fruição de um campo magnético de significados, dividir sutilezas, tornando-o parte de um mundo sensível, transformador.
O visível-invisível visita a alma como um cometa de esperança no outro.

Ficha técnica

Coreografia e Direção artística

Marcia Milhazes

Intérpretes

Ana Amélia Vianna e Domenico Salvatore

Stage Manager e design de luz 

Glauce Milhazes

Foto: Fernanda Valois

Marcia Milhazes nasceu e trabalha no Rio de Janeiro. De 1970 a 1979 teve sua formação como bailarina clássica pela Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Pós Graduação em Estudos da Dança e Coreografia/Coreologia – Laban Centre for Movement and Dance – Londres – UK, em 1991-1992. Atuou como professora convidada na Universidade de Tulane, Nova Orleans EUA e na New World School, Miami, Flórida, em 2007, e como coreógrafa residente na Florida International University FIU em 1999. Em 2010 reconhecida como uma das 100 mais Importantes artistas brasileiras do SÉCULO XXI, e dentre as 10 mais importantes da Dança – Década REVISTA BRAVO. ​Com sólida carreira profissional no Brasil e exterior. Possui 25 obras coreográficas. Projetos especiais: 4 Óperas, 5 Videos Dança, 4 Projetos em Arte Performance e Educação.

GRUPO TÁPIAS, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Coreografia: Casa de Abelha.

40min. Classificação: livre

“A miçanga todos veem. Mas ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as miçangas. Não por acaso, a maioria dos contos do fio das miçangas adentra, com fina sensibilidade, o universo feminino, dando voz e tessitura a almas condenadas à não existência, ao esquecimento.”

É a esse campo que se refere a fala. A fala é um estímulo predisposto a qualquer movimento imprevisível da alma e está no fundo desse campo, para onde tende a formação de linhas de fuga e a transformação da própria paisagem. A alma está no lugar do infinito e o infinito não é lugar nenhum, é um “movimento para” algum lugar.

Ficha técnica

Concepção e Coreografia

Flávia Tápias

Colaboração Artística

Giselle Tápias

Interpretes

Flávia Tápias

Desenho de luz

Paulo Cesar Medeiros

Sonoplastia

Marcio Schwartz

Cenografia

POLLO Design | Milão

Informações

Local

Grande Teatro Cemig Palácio das Artes| Av. Afonso Pena, 1537. Centro. Belo Horizonte

Horário

21h

Duração

80 minutos

Classificação

Livre

Informações para o público

(31) 3236-7400